segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Homenagem póstuma

No dia 27 de setembro de 2008 me dirigi a uma solenidade e me surpreendi com o número de músicos presentes, músicos idosos, de meia idade e jovens. Alguns pensarão que estávamos em uma festa, porém não era isso, estávamos na Capela São José e era um momento de veneração ao senhor Parailio que nos deixava para ir tocar em outras dimensões.
Quem era esse homem que todos estavam olhando com tanta ternura? E já sentindo saudade...
Era um dos tipos inesquecíveis do Monteiro Lobato e dos círculos musicais, um exemplo de honradez para seus filhos, netos e de todas as pessoas que tiveram o prazer de conviver com ele. Seu violão ganhava vida com o toque de seus dedos. Entretanto, muito maior era o ser humano que demonstrou que respeito não se compra, se conquista: as crianças e jovens estendiam as mãos para cumprimentar seu Parailio porque o amavam, e não por medo ou por receio. O carinho recebido de suas mãos era um ato de amor.
Podemos chorar de saudades, porque somos humanos e já estamos sentindo sua falta. Porém agradecemos a Deus todo o tempo que pudemos e tivemos a honra de ser seus amigos.

Olga B. Cordeiro de Oliveira e família

Você já fez a sua parte?

As fortes chuvas que atingiram o estado de Santa Catarina no mês de novembro deixaram 120 mortos e 32 mil desabrigados, segundo relatório da Defesa Civil. Pelo menos 31 pessoas continuam desaparecidas. Mais de 2 milhões de pessoas foram afetadas pelos temporais. Muitas famílias perderam tudo em meio à enxurrada, muitas delas perderam o pouco que tinham. O que sobra nas casas abandonadas é levado na calada da noite por saqueadores, que se aproveitam da triste situação.

Em meio a tanta tristeza, eis que surge a solidariedade brasileira que há tempo parecia sumida, esquecida no sentimento de “cada um por si” que guia os dias cada vez mais estressantes. Culpa do capitalismo que torna os cidadãos escravos do sistema competitivo, onde os melhores se sobressaem. É uma pirâmide! Quem quer estar no topo precisa estar acima da grande parcela da população. Nessa sociedade onde tudo tem seu preço, falta espaço para os sentimentos de igualdade, para os serviços voluntários e para a ajuda sem recompensa.

resgate-corpo-barreira-436 Para ajudar os afetados pelas enchentes em Santa Catarina, o povo brasileiro sensibilizado se une. Instituições, empresas e cidadãos estão mobilizados arrecadando alimentos, água potável, remédios, produtos de higiene, roupas, calçados, colchões e tudo o que se puder doar para reconstruir as cidades devastadas pelos temporais. “As doações chegam de todos os cantos do país” diz a cobertura do portal G1. A defesa civil, que está recolhendo as doações, trabalha sem parar para atender a demanda. Voluntários ajudam como podem para atender a população de nove cidades que decretaram estado de calamidade pública. Em Ponta Grossa, o Corpo de Bombeiros coletou cerca de duas mil peças de roupas. Na primeira arremessa de doações encaminhadas a Itajaí, o Paraná enviou 150 toneladas de roupas, calçados, cobertores, colchões, alimentos, água, móveis, materiais de limpeza e bobinas de lonas plásticas. Doações em dinheiro passam de 3,5 milhões de reais.

No Monteiro Lobato não foi diferente. Os moradores arregaçaram as mangas arrecadando doações para serem enviadas a Santa Catarina. Alguns, inclusive, têm parentes no Estado e acompanham de perto a tragédia. Toda essa mobilização mostra que ainda há esperança de formarmos uma sociedade mais justa e igualitária. Cabe a cada um fazer a sua parte, não apenas nos casos de calamidade, de grandes tragédias. Mas também no cotidiano, nos pequenos gestos. Doar roupas e calçados que não se usa mais, reservar um dia para serviços comunitários, fazer um gesto de solidariedade dentro da própria comunidade. É preciso perguntar: você já fez a sua parte?

Academia da terceira idade exige cautela

Exibir Academia da Terceira Idade exige cuidados
Exibir Álbum Completo
Falta de avaliação médica, exposição excessiva ao sol, falta de instruções e utilização dos equipamentos por crianças são os principais problemas que podem prejudicar a saúde da população na Academia da Terceira Idade.

Segundo o professor de Educação Física, Cristiano Nadal, é necessário, primeiramente, saber se a pessoa está apta para freqüentar a academia: “Para o público fazer a prática de exercícios deve realizar avaliações físicas para detectar possíveis problemas como doenças respiratórias, pressão arterial e, principalmente, a questão postural”.

A condômina Ione Ferreira Mendes, 60, afirma que sempre que tiver um tempinho pretende utilizar a academia. No entanto, ela gostaria que tivesse um instrutor acompanhando a atividade. O professor Nadal afirma que a orientação deveria existir para evitar lesões por esforço excessivo: “Mesmo estando apto, existe a necessidade de orientação através da chamada periodização de resistência, ou seja, uma progressão de treinamentos”.

Durante a inauguração oficial da academia no bosque próximo ao Monteiro, no dia 26 de setembro, o secretário de Assistência Social Edílson Baggio assegurou que em breve haveria um professor de Educação Física orientando a utilização dos aparelhos. No entanto, quase três meses depois da declaração, não existe instrutor no local.

Baggio afirmou que a academia é direcionada a toda a comunidade e não somente aos idosos. Contudo, o professor Cristiano Nadal alerta: “Dependendo dos desvios posturais que as pessoas apresentem, os equipamentos inadequados podem prejudicar ainda mais a saúde da comunidade, independente de idade. Determinados problemas podem se agravar”.

É comum a utilização dos aparelhos pelas crianças, que brincam no local. Nadal condena a prática: “Elas estão em fase de desenvolvimento e podem crescer de maneira inadequada. Só o fato das crianças subirem nos equipamentos pode causar quedas e problemas de coluna”.

Muitas pessoas fazem exercícios físicos em horários de grande exposição ao sol. O professor de Educação Física explica que “é preciso se preocupar com a hidratação do corpo antes e após os exercícios”. Também é necessária a utilização de boné ou chapéu, além de protetor solar.

Segurança

Lurdes Martins, 53, também freqüenta a Academia da Terceira Idade no Monteiro e questiona a falta de segurança no local: “Não vai ter guardião?”.


Sobre a questão, o secretário Edílson Baggio defende que a comunidade é que deve zelar pelos equipamentos: “Não há como colocar um segurança em cada local, então as pessoas que moram na região e que utilizam tem o dever de cuidar da Academia”.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Classificados

Vendas
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Vendo garagem no Conjunto Monteiro Lobato, nº 254. Valor à vista R$7.000,00 ou entrada de R$2.000,00 + 3x R$1.870 com cheques consultados, total de R$7.610,00.
Falar com Paulo ou Marisa. 3224-7969. HORÁRIO COMERCIAL.

Promotora da Natura. Perfume = Zenita. Telefone = 3238-1972 ou 9133-8647. Endereço: Rua Teodoro Pinheiro Machado, nº 83 - fundos



Troca
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Santas Missões Populares promove bingo

monteirolobato2-27-11-08.jpgCerca de 150 pessoas prestigiaram o bingo realizado pelo grupo católico Santas Missões Populares. Durante o evento, que aconteceu no ‘quadradão’ do Monteiro Lobato, houve venda de bolo, refrigerante e cachorro-quente a preços populares.
Moradores aproveitam tarde de domingo participando de evento religioso



Na tarde do último domingo (22), os moradores do Monteiro Lobato tiveram a oportunidade de participar do bingo promovido pelo Grupo Santas Missões Populares (SMP), da Igreja Católica. O evento teve como objetivo divulgar as ações da SMP e arrecadar fundos para manter o grupo em atividade.

Os prêmios e as bebidas foram doações da própria comunidade.
Os vários prêmios e as cartelas a 1 real atraíram os moradores para um programa diferente. Além disso, havia no local venda de refrigerante, bolo e cachorro-quente a preços populares.
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Bingo com caráter religioso anima tarde no Monteiro Lobato

A dona de casa, Célia Trieweiler, aproveitou o bingo para colocar a conversa em dia com as vizinhas. “Eu não ganhei nada material aqui no bingo, mas ganhei um dia agradável. Pude sair de casa para me divertir, conviver mais com a comunidade e conhecer as Santas Missões Populares, que eu ainda não conhecia”, conta empolgada.

monteiro_lobato4-27-11-08.jpgO missionário Mário Okada ficou responsável pela venda das cartelas. No final da festa, ele contabilizou um total de 437 cartelas vendidas. “Nós não esperávamos uma participação tão alta da comunidade. Foi uma surpresa. Tivemos até que providenciar de última hora mais mesas e cadeiras, pois se não ia faltar. Além de tudo o tempo também ajudou”, avalia.
A alta participação da comunidade surprende organizadores

Berenice Meira, uma das organizadoras da festa, conta que esse é apenas o primeiro evento do grupo e que em breve irão organizar outros: “No primeiro, já tivemos uma grande participação, então isso nos animou. Já estamos pensando em fazer uma tarde do pastel”.

Ela ainda comenta que o grupo aproveitou o evento para envolver a comunidade nas questões religiosas. “A cada intervalo, nós cantamos e evangelizamos a comunidade. É essa a nossa principal função: incentivar as pessoas a participarem da igreja e alimentarem a sua espiritualidade”, lembra.


O grupo das Santas Missões Populares começou há dois meses no Monteiro e conta com 22 integrantes. Toda semana, eles se reúnem em algum apartamento para ler a bíblia e rezar. Além dos encontros, eles participam de retiros e fazem um trabalho de divulgação e evangelização.

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