quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Após cortes, Condomínio planta 15 novas mudas



O Condomínio plantou ao todo 15 novas mudas - 5 aroiera-salsa, 5 cibipiruna e 5 acácia-mimosa - espécies sugeridas pelo laudo de vistoria, por se adequar melhor ao condomínio, para compensar as árvores cortadas no mês passado. O prazo para plantar as mudas foi de 30 dias após o término dos cortes, determinação que se não fosse cumprida poderia gerar multa em até 2 mil reais.
No início de agosto, foram cortadas 1 aroeira, 8 cedros, 3 eucaliptos e 1 ipê amarelo. A solicitação junto à Prefeitura foi feita depois que alguns moradores reclamaram da possibilidade de que galhos de árvores de grande porte viessem a cair, machucando alguém ou danificando algo. Outro argumento usado para justificar o corte é que algumas árvores grandes bloqueavam a luz do sol e estavam embolorando apartamentos próximos.
Em Assembléia ocorrida no dia 14 de dezembro do ano passado, o corte das árvores foi discutido e aprovado por unanimidade pelos presentes. A vistoria para avaliar o estado de conservação das árvores foi feita pela engenheira agrônoma do departamento de Meio Ambiente da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Meio Ambiente, Isabel Meister.
Segundo a engenheira, as espécies retiradas não eram adequadas ao condomínio, pelo risco de causar danos físicos e materiais. “Sugeri ao Condomínio replantar espécies de médio porte para não corrermos nenhum risco. Primeiro tem que se pensar em preservar a vida”, ressalta. Isabel ainda faz um alerta: “As árvores que foram cortadas estavam deformadas e doentes por causa de podas mal feitas. Quando o Condomínio for podar as árvores, tem que contratar gente especializada para que essas deformações não aconteçam mais”. Sobre a observação da engenheira agrônoma, a síndica Jacira Dias fala que não foi informada pelo departamento de meio ambiente e que o condomínio não tem recursos financeiros para contratação de pessoas especializadas. Mesmo assim, a síndica diz que vai procurar orientações para que as podas sejam feitas da melhor forma possível. Apesar da aroeira ser protegida pela legislação do Instituto Ambiental do Paraná (IAP), a árvore estava em zona urbana, o que significa que a prefeitura tem licença para decidir pelo corte.
O corte foi feito pela empresa Sutilmaq, que cobrou 2.200,00 reais pelo serviço. Porém em troca da madeira extraída foi feito um abatimento de 700,00 reais, resultando em 1.500,00 reais pagos pelo serviço.

Comissão
Com o objetivo de estudar a revitalização da área verde do Condomínio Monteiro Lobato, foi criada uma comissão formada pelos condôminos Armstrong Nicolau (24/22) e Carlos Albach (16/02). Albach que já trabalhou no IAP, diz que ainda não se reuniram para estudar o assunto. Sobre as podas, ele defende a contratação de especialistas: “Se não há alguém especializado, é melhor não fazer porque é um prejuízo”.

1 comentários:

Anônimo disse...

BANDO DE TROUXAS ISTO SIM, EHEHEHEHE

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