
OAB tem dificuldade em apurar denúncias. Até agora, apenas dez foram feitas com provas
Ausência de provas é a principal dificuldade da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para a apuração de denúncias do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE). O porta-voz do movimento em Ponta Grossa, Henrique Henneberg conta que o objetivo do grupo é fiscalizar e informar as ações da Câmara e do Executivo. Até agora dez denúncias com provas foram realizadas.
A advogada e participante do movimento, Gheisa Sartori, conta que a materialização das denúncias é a principal dificuldade do movimento. Para ela, o ano eleitoral é o período mais importante para a participação. “Nessa época, o sentimento cívico das pessoas fica mais aflorado”, ressalta. Ela afirma que tem recebido três denúncias por semana, mas na maioria das vezes sem comprovação.
O presidente da OAB em Ponta Grossa, Henrique Henneberg, revela que o número de denúncias é pequeno por causa de ameças por parte dos candidatos. Henneberg alerta que é preciso denunciar pessoalmente e não por telefone, uma vez que provas são essenciais para o encaminhamento do processo. “Devemos aproximar o cidadão ao Poder Público e motivar a população”, diz.
Mais de 30 entidades de Ponta Grossa são parceiras do movimento, entre elas a Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (Acipg), associações de moradores e Igrejas. Em âmbito nacional, o movimento foi promovido pela OAB e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O Movimento de Combate à Corrupção surgiu para reforçar a Lei 9840 de 28 de setembro de 1999, que prevê como crime a compra de voto.
Mais informações pelo telefone da OAB: 3028-2313.
A vendedora Eva da Silva diz que candidatos já prometeram lotes e casas em sua região em troca de voto. Ao ser informada sobre a lista, ela afirmou: “votaria independente se meu candidato estiver na lista ou não”. Já o auxiliar de produção, Francisco Thoroski, conta que também conheceu candidatos que prometeram coisas em troca de votos e que eles mereciam ser banidos da Política. “Para representar a cidade o candidato tem que ser limpo”, declara.
A campanha “Ficha Limpa” precisa coletar 1,3 milhão de assinaturas no paí
s para impedir que políticos com a “ficha suja” se candidatem nas próximas eleições. Para colaborar é preciso preencher um formulário que se encontra na ACIPG e assinar colocando o número do RG ou do título de eleitor.
A advogada e participante do movimento, Gheisa Sartori, conta que a materialização das denúncias é a principal dificuldade do movimento. Para ela, o ano eleitoral é o período mais importante para a participação. “Nessa época, o sentimento cívico das pessoas fica mais aflorado”, ressalta. Ela afirma que tem recebido três denúncias por semana, mas na maioria das vezes sem comprovação.
O presidente da OAB em Ponta Grossa, Henrique Henneberg, revela que o número de denúncias é pequeno por causa de ameças por parte dos candidatos. Henneberg alerta que é preciso denunciar pessoalmente e não por telefone, uma vez que provas são essenciais para o encaminhamento do processo. “Devemos aproximar o cidadão ao Poder Público e motivar a população”, diz.
Mais de 30 entidades de Ponta Grossa são parceiras do movimento, entre elas a Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (Acipg), associações de moradores e Igrejas. Em âmbito nacional, o movimento foi promovido pela OAB e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O Movimento de Combate à Corrupção surgiu para reforçar a Lei 9840 de 28 de setembro de 1999, que prevê como crime a compra de voto.
Mais informações pelo telefone da OAB: 3028-2313.
'Ficha limpa' pretende colher 20 mil assinaturas até o final do ano em Ponta Grossa
A campanha contra a candidatura de políticos envolvidos em processos já conseguiu 3.500 assinaturas na cidade. Henrique Henneberg conta que a campanha pretende conseguir 20 mil até o fim do ano. Gheisa Sartori afirma que o intuito é fazer com que os cidadãos conheçam a lista divulgada pelo Ministério Público, no site:www.mp.pr.gov.br/cpeleitoral/indexelei.html. Mais de 110 mil assinaturas já foram coletadas em todo o Brasil. A vendedora Eva da Silva diz que candidatos já prometeram lotes e casas em sua região em troca de voto. Ao ser informada sobre a lista, ela afirmou: “votaria independente se meu candidato estiver na lista ou não”. Já o auxiliar de produção, Francisco Thoroski, conta que também conheceu candidatos que prometeram coisas em troca de votos e que eles mereciam ser banidos da Política. “Para representar a cidade o candidato tem que ser limpo”, declara.
A campanha “Ficha Limpa” precisa coletar 1,3 milhão de assinaturas no paí
s para impedir que políticos com a “ficha suja” se candidatem nas próximas eleições. Para colaborar é preciso preencher um formulário que se encontra na ACIPG e assinar colocando o número do RG ou do título de eleitor.
0 comentários:
Postar um comentário