Mais de quinhentas mulheres dos Campos Gerais tratam por ano de câncer de mama em Ponta Grossa. O Instituto Sul Paranaense de Oncologia (Ispon) registrou no ano passado 102 diagnósticos da doença. Os números são elevados porque os tratamentos duram cerca de cinco anos, de acordo com a assistente social da Ispon, Cleusa Pereira Guaringue. A dona de casa Salvadora Zadolski retirou o seio em abril e considera a falta de dinheiro como o principal agravante para o tratamento devido às recomendações nutricionais.
O Ispon é o único centro que trata de câncer em Ponta Grossa e região. A clínica é privada e também prestadora do Serviço Único de Saúde (SUS) da Santa Casa de Misericórdia, que adquiriu credenciamento em março deste ano. A clínica atende os 12 municípios pertencentes à 3ª Regional de Saúde. A assistente social, Cleusa Pereira Guaringue, conta que cada paciente com câncer de mama precisa se tratar durante cinco anos para total recuperação. Ela afirma que a demora no agendamento das primeiras consultas é o principal fator que prejudica os pacientes, principalmente aqueles com maior necessidade. Muitos reclamam de ter esperado até três meses para consultar.
O Ispon é o único centro que trata de câncer em Ponta Grossa e região. A clínica é privada e também prestadora do Serviço Único de Saúde (SUS) da Santa Casa de Misericórdia, que adquiriu credenciamento em março deste ano. A clínica atende os 12 municípios pertencentes à 3ª Regional de Saúde. A assistente social, Cleusa Pereira Guaringue, conta que cada paciente com câncer de mama precisa se tratar durante cinco anos para total recuperação. Ela afirma que a demora no agendamento das primeiras consultas é o principal fator que prejudica os pacientes, principalmente aqueles com maior necessidade. Muitos reclamam de ter esperado até três meses para consultar.
Salvadora Zadolski descobriu o tumor no seio em janeiro deste ano. “Fazia tempo que eu tinha a bolotinha. Não doía, aí fui fazer o preventivo e acharam”, conta. A dona de casa faz quimioterapia uma vez por mês. A previsão de término das sessões é janeiro do ano que vem. Ela relata que não se informou sobre a doença, o que prejudicou o tratamento. A falta de dinheiro é o principal problema de Salvadora. Ela precisa seguir a receita do médico, que envolve frutas, verduras e derivados do leite, mas afirma que não sobra dinheiro para comprá-los.
m na rede para atender 250 pacientes entre homens, mulheres e crianças. Medicamentos, cestas básicas, fraldas e leite são alguns dos produtos oferecidos, todos comprados através de doações da população. A presidente Sueli Schmitt conta que a Rede possui clube de mães e loja de usados para financiar os trabalhos. Ela comenta que há verbas de projetos como Proamor e Banco de Alimentos do Serviço de Obras Sociais (SOS). Salvadora foi informada sobre os trabalhos da rede através do Ispon e garante o leite recomendado para a sua recuperação.
A Rede Feminina promove festas, dois lanches anuais, Natal com doentes, Páscoa, entre outros eventos. Para a assistente social, Marisa Affornalle, a rede tem credibilidade, o que justifica o número de doações. A Rede atende diversos municípios dos Campos Gerais como Castro, Carambéi, Sengés e Piraí do Sul.
Trabalho voluntário
Há 52 anos, a Rede Feminina de Combate ao Câncer ajuda todos os pacientes que precisam de ajuda financeira e abrigo. São 45 voluntários que trabalhaA Rede Feminina promove festas, dois lanches anuais, Natal com doentes, Páscoa, entre outros eventos. Para a assistente social, Marisa Affornalle, a rede tem credibilidade, o que justifica o número de doações. A Rede atende diversos municípios dos Campos Gerais como Castro, Carambéi, Sengés e Piraí do Sul.
0 comentários:
Postar um comentário