Após pintura sem planejamento e aplicação de multas, moradores formam comissão para estudar possíveis soluções
Na última Assembléia, dia 16 de agosto, o condômino Alfredo Tozetto levantou questioamentos e fez um relatório contendo os pontos crítcos e observações sobre a atual situação dos estacionamentos. Assim como Tozetto, muitos moradores reclamam, não apenas da ausência de vagas nos horários de pico, mas também da falta de padronização das faixas, das advertências e multas aplicadas, além de outros apontamentos.
De alguns anos para cá, o número de carros observados no condomínio aumentou consideravelmente. Porém, a quantidade de vagas para os veículos não aumentou na mesma proporção. Hoje, há 1014 veículos registrados (sem considerar os cadastros desatualizados) e apenas 565 vagas demarcadas.
Com o objetivo de encontrar possíveis soluções para a falta de vagas e outras reivindicações dos moradores, foi criada uma comissão para tomar a frente das discussões. Fazem parte da comissão Alfredo David Tozetto (24/32), Izabel Stancik (24/13), Josmar Bortolo Nadal (18/02) e Marcos Antônio Biscaia (21/12). Os integrantes pretendem fazer um estudo mais detalhado da atual situação, apontando as falhas e sugerindo maneiras de solucioná-las. Futuramente, haverá uma Assembléia Geral exclusiva para discutir o assunto.
O engenheiro agrônomo Alfredo Tozetto fala que em breve a comissão se reunirá para discutir soluções e que já tem algumas sugestões em mente. “Primeiro temos que contratar um engenheiro para fazer uma avaliação. Depois vamos resolver os problemas mais urgentes”, ressalta. Além do incômodo da falta de vagas, Tozetto diz que ainda há outros problemas a serem considerados, como “um local adequado para os caminhões e caçambas de lixo, espaço para os visitantes deixarem seus carros, atualização da convenção do condomínio, passagem para os pedestres, instalação de mais lombadas, pois o limite de velocidade não é cumprido, entre outros”.
Outro integrante da comissão, o condômino e sub-síndico Josmar Nadal afirma que o principal problema é o de falta de vagas. Perguntado sobre como foi realizada a pintura recentemente, ele afirma: "Foram pintadas as faixas sobre as que já existiam. Se pintássemos de outra forma exigiria um alto custo, pois teríamos que pintar as faixas amarelas que já existiam de uma cor escura."
Izabel Stancik, que também participará dos estudos, concorda com o levantamento feito por Tozetto: "Com certeza deve ser pensado e deve haver uma padronização. "Sobre as multas, ela critica: "Discordo porque as pessoas não fazem de propósito, estacionam em outros lugares, porque não há vagas. As multas só agravam o problema". Sobre o assunto, a síndica Jacira Dias afirmou na Assembléia que não houve planejamento: "Há outras prioridades, como o projeto de reciclagem, por exemplo". Sobre as multas, Jacira ressalta: "As multas são aplicadas de acordo com a Convenção e com o Regulamento, é a base legal para aplicação." E acrescenta: "As decisões de Assembléias também são bases legais, podedendo nelas ser decidido pela retirada da multa ou não". O engenheiro Alfredo Tozetto critica a posição tomada pela administração do condomínio. “A síndica deixou claro que o estacionamento não é prioridade. Mas eu acho que se deve trabalhar com várias prioridades ao mesmo tempo e não só uma”, reclama.
Opiniões
O morador Josué Pacheco (23/26), representante comercial, concorda que o número de vagas é insuficiente. O morador do bloco 23 diz que depois das 17 horas é difícil encontrar vagas disponíveis. “Já cheguei a estacionar bem longe do bloco onde moro por não ter onde colocar o carro”, fala. Iná Beatriz Koki (28/07), dona de casa, explica que por falta de lugar no estacionamento já chegou a estacionar na frente do lixo. “Por causa disso, levei uma advertência do Condomínio. Mas o que eu podia fazer, tenho filho pequeno, não posso parar muito longe do meu bloco”, ressalva.
Uma moradora do bloco 19 que não quis se identificar faz várias reclamações ao sistema do estacionamento. Sobre a falta de vagas ela fala que às vezes tem que estacionar o carro próximo ao bloco 12 ou do 27: “Nos dias de chuva ou quando temos compras de mercado e não tem lugar perto fica muito difícil. Tem dias que estaciono aqui no parquinho do lado do bloco”. Outra questão que a moradora aborda é a mão única usada nas vias do condomínio. “Toda a volta do Monteiro dá 1 quilômetro. Então, se não acho vaga para frente do bloco, tenho que sair do condomínio para entrar novamente. Acho que deviam estudar a possibilidade da mão dupla”, opina. Ela ainda fala sobre a demarcação das vagas: “Primeiro tem que consultar um especialista para fazer um planejamento da pintura. Senão não tem como fazer”.
Maria Lúcia Xavier da Silva (19/02), servidora pública, comenta sobre a pintura das vagas. Para ela, o trabalho deveria ser realizado com planejamento: “Foi um desperdício de material. Sem padronização, não houve nem medição antes de demarcar os espaços. Acho que deveria ter uma
Assembléia exclusiva para discutir o assunto”.
De alguns anos para cá, o número de carros observados no condomínio aumentou consideravelmente. Porém, a quantidade de vagas para os veículos não aumentou na mesma proporção. Hoje, há 1014 veículos registrados (sem considerar os cadastros desatualizados) e apenas 565 vagas demarcadas.
Com o objetivo de encontrar possíveis soluções para a falta de vagas e outras reivindicações dos moradores, foi criada uma comissão para tomar a frente das discussões. Fazem parte da comissão Alfredo David Tozetto (24/32), Izabel Stancik (24/13), Josmar Bortolo Nadal (18/02) e Marcos Antônio Biscaia (21/12). Os integrantes pretendem fazer um estudo mais detalhado da atual situação, apontando as falhas e sugerindo maneiras de solucioná-las. Futuramente, haverá uma Assembléia Geral exclusiva para discutir o assunto.
O engenheiro agrônomo Alfredo Tozetto fala que em breve a comissão se reunirá para discutir soluções e que já tem algumas sugestões em mente. “Primeiro temos que contratar um engenheiro para fazer uma avaliação. Depois vamos resolver os problemas mais urgentes”, ressalta. Além do incômodo da falta de vagas, Tozetto diz que ainda há outros problemas a serem considerados, como “um local adequado para os caminhões e caçambas de lixo, espaço para os visitantes deixarem seus carros, atualização da convenção do condomínio, passagem para os pedestres, instalação de mais lombadas, pois o limite de velocidade não é cumprido, entre outros”.
Outro integrante da comissão, o condômino e sub-síndico Josmar Nadal afirma que o principal problema é o de falta de vagas. Perguntado sobre como foi realizada a pintura recentemente, ele afirma: "Foram pintadas as faixas sobre as que já existiam. Se pintássemos de outra forma exigiria um alto custo, pois teríamos que pintar as faixas amarelas que já existiam de uma cor escura."
Izabel Stancik, que também participará dos estudos, concorda com o levantamento feito por Tozetto: "Com certeza deve ser pensado e deve haver uma padronização. "Sobre as multas, ela critica: "Discordo porque as pessoas não fazem de propósito, estacionam em outros lugares, porque não há vagas. As multas só agravam o problema". Sobre o assunto, a síndica Jacira Dias afirmou na Assembléia que não houve planejamento: "Há outras prioridades, como o projeto de reciclagem, por exemplo". Sobre as multas, Jacira ressalta: "As multas são aplicadas de acordo com a Convenção e com o Regulamento, é a base legal para aplicação." E acrescenta: "As decisões de Assembléias também são bases legais, podedendo nelas ser decidido pela retirada da multa ou não". O engenheiro Alfredo Tozetto critica a posição tomada pela administração do condomínio. “A síndica deixou claro que o estacionamento não é prioridade. Mas eu acho que se deve trabalhar com várias prioridades ao mesmo tempo e não só uma”, reclama.
Opiniões
O morador Josué Pacheco (23/26), representante comercial, concorda que o número de vagas é insuficiente. O morador do bloco 23 diz que depois das 17 horas é difícil encontrar vagas disponíveis. “Já cheguei a estacionar bem longe do bloco onde moro por não ter onde colocar o carro”, fala. Iná Beatriz Koki (28/07), dona de casa, explica que por falta de lugar no estacionamento já chegou a estacionar na frente do lixo. “Por causa disso, levei uma advertência do Condomínio. Mas o que eu podia fazer, tenho filho pequeno, não posso parar muito longe do meu bloco”, ressalva.
Uma moradora do bloco 19 que não quis se identificar faz várias reclamações ao sistema do estacionamento. Sobre a falta de vagas ela fala que às vezes tem que estacionar o carro próximo ao bloco 12 ou do 27: “Nos dias de chuva ou quando temos compras de mercado e não tem lugar perto fica muito difícil. Tem dias que estaciono aqui no parquinho do lado do bloco”. Outra questão que a moradora aborda é a mão única usada nas vias do condomínio. “Toda a volta do Monteiro dá 1 quilômetro. Então, se não acho vaga para frente do bloco, tenho que sair do condomínio para entrar novamente. Acho que deviam estudar a possibilidade da mão dupla”, opina. Ela ainda fala sobre a demarcação das vagas: “Primeiro tem que consultar um especialista para fazer um planejamento da pintura. Senão não tem como fazer”.
Maria Lúcia Xavier da Silva (19/02), servidora pública, comenta sobre a pintura das vagas. Para ela, o trabalho deveria ser realizado com planejamento: “Foi um desperdício de material. Sem padronização, não houve nem medição antes de demarcar os espaços. Acho que deveria ter uma
Assembléia exclusiva para discutir o assunto”.
O direito à reserva de vagas para portadores de necessidades especiais assegurado em leis de trânsito, agora também vale no Conjunto Residencial Monteiro Lobato. A decisão foi tomada depois que os moradores reivindicaram a vaga preferencial.
Yvone Bujocas é mãe de um menino com paralisia cerebral e comenta sobre os benefícios da determinação. “Quem não tem problema não sabe a dificuldade de alguns passos a mais”, fala Yvone Bujocas, mãe do adolescente Jair. Ele e outros portadores de necessidades especiais puderam comemorar a decisão da síndica do Condomínio Monteiro Lobato, Jacira Dias. A partir de agora, todos aqueles que tiverem alguma dificuldade de locomoção terão as vagas de estacionamento próximas aos blocos reservadas para seu uso.
A legislação federal (art. 25 da lei n° 10.098 de 19 de dezembro de 2000) obriga que estacionamentos de edificações de uso público ou de uso coletivo reservem pelo menos 2% de vagas para carros com deficientes físicos. A lei em vigor costuma ser respeitada em shoppings e supermercados. Porém, no Monteiro, até poucas semanas atrás não havia a reserva de vagas.
A dona de casa Yvone conta sua dificuldade em transportar seu filho Jair: “ele é muito pesado e tem grande dificuldade de locomoção. Já cheguei a estacionar bem longe. Desde que moro aqui, as pessoas sabem do problema e mesmo assim não percebem a necessidade de uma vaga mais perto”. Porém, a dona de casa reconhece a mudança que teve depois que colocaram a placa de reservado. “Ninguém se preocupava em deixar a vaga, mas agora todo mundo respeita”, diz. Ela ainda ressalta: “Foi uma agradável surpresa, mas ainda há muito que melhorar quanto à acessibilidade, como construção de mais rampas e colocação de corrimãos”.
Yvone Bujocas é mãe de um menino com paralisia cerebral e comenta sobre os benefícios da determinação. “Quem não tem problema não sabe a dificuldade de alguns passos a mais”, fala Yvone Bujocas, mãe do adolescente Jair. Ele e outros portadores de necessidades especiais puderam comemorar a decisão da síndica do Condomínio Monteiro Lobato, Jacira Dias. A partir de agora, todos aqueles que tiverem alguma dificuldade de locomoção terão as vagas de estacionamento próximas aos blocos reservadas para seu uso.
A legislação federal (art. 25 da lei n° 10.098 de 19 de dezembro de 2000) obriga que estacionamentos de edificações de uso público ou de uso coletivo reservem pelo menos 2% de vagas para carros com deficientes físicos. A lei em vigor costuma ser respeitada em shoppings e supermercados. Porém, no Monteiro, até poucas semanas atrás não havia a reserva de vagas.
A dona de casa Yvone conta sua dificuldade em transportar seu filho Jair: “ele é muito pesado e tem grande dificuldade de locomoção. Já cheguei a estacionar bem longe. Desde que moro aqui, as pessoas sabem do problema e mesmo assim não percebem a necessidade de uma vaga mais perto”. Porém, a dona de casa reconhece a mudança que teve depois que colocaram a placa de reservado. “Ninguém se preocupava em deixar a vaga, mas agora todo mundo respeita”, diz. Ela ainda ressalta: “Foi uma agradável surpresa, mas ainda há muito que melhorar quanto à acessibilidade, como construção de mais rampas e colocação de corrimãos”.
2 comentários:
E A PINTURA DOS BLOCOS DO CONDOMINIO MONTEIRO LOBATO COMO FICA: SERA QUE DAQUI HÁ 20 ANOS TODOS OS BLOCOS SERÃO PINTADOS?
QUAL O CUSTO TOTAL DE TAL OBRA? HOUVE LICITAÇÃO CORRETA PARA TAL INICIO DE SERVIÇOS? EU ACHO QUE QUE NEM DAQUI HÁ 30 ANOS TAL SERVIÇO SERÁ CONCLUIDO......ENFIM O DESLEIXO É TOTAL ULTIMAMENTE FRENTE A MÃ ADMINISTRAÇÃO CONDOMINIAL.
NOSSO CONDOMINIO MONTEIRO LOBATO FALTA NOVAMENTE DE TER UM ADMINISTRADOR , DIGO UM SÍNDICO TOTALMENTE CAPACITADO PARA TAL TAREFA, PORQUE DE UNS 2 ANOS PARA CÁ MORAR AQUI FICOU UM CAOS E A SÍNDICA NÃO TEM CAPACIDADE NENHUMA PARA GERENCIAR UM CONDOMINIO DE TAL PORTE?
PRECISAMOS URGENTEMENTE TIRAR ESTA SÍNDICA E COLOCAR UM ADMINISTRADOR CAPACITADO PARA TAL FUNÇÃO, ENTÃO SENHORES CONDÔMINOS, VEJAM SE NA PROXIMA ELEIÇÃO ACHEM ALGUEM INTELIGENTE, DINÂMICO E PRINCIPALMENTE ALGUEM SIMPATICO E COM VONTADE DE TRABALHAR A FAVOR DA COMUNIDADE.
ESTE CONDOMINIO VIROU UMA MERDA DE UNS TEMPOS PARA CA, E NINGUEM QUER MAIS MORAR NISTO AQUI.
É isto aí cara, vamos mudar este Condominio,porque aqui agora é multa para todos os lados e mato tambem por todos os lados. Que vergonha sra. SINDICA, fez tanto barulho para tomar o poder e agora nada fez por pura falta de CAPACIDADE ADMINISTRATIVA.
Melhor solução é cair fora da administração , pois, sua administração é ZERO em todos os sentidos.
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